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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Os relógios dos nossos meninos ....






Carta a D. Afonso Henriques

Portalegre, 24 de fevereiro de 2015

Amigo D. Afonso Henriques.
Olá, amigo, como estás?
Eu estou bem, mas se tu cá estivesses estaria melhor, porque combatias todos os bandidos que há em Portugal, como fizeste no passado, para conquistares Portugal.
Espero por ti, porque tu vais continuar a gostar de estar em Portugal... até porque quando chegares, continuarás a ser o rei de Portugal!
Graças a ti, todas as pessoas que estão em Portugal agradecem-te muito pelo que fizeste pelo nosso país.
Eu vou servir-te da melhor maneira, para tu cá ficares a governar.
Não vou deixar que ninguém desleixe a tua figura como rei.
Estarei à tua espera, para vires salvar Portugal e brincarmos juntos.

Um grande beijo do teu amigo
Miguel

Carta ao Sol

Portalegre, 24 de fevereiro de 2015

Querido amigo Sol.
Olá, amigo Sol, como estás?
Eu gostava que me viesses visitar. Podíamos brincar às escondidas... tu escondias-te atrás das nuvens... também podíamos brincar ao toca e congela...
Podíamos convidar a tua amiga Lua para vir brincar connosco. De noite dormíamos... e convidávamos também as estrelas e as nuvens... trocávamos as estrelas para o dia e as nuvens para a noite. Ia ser muito divertido!
Há muitas brincadeiras que podíamos fazer. Por exemplo: à apanhada - tu apanhavas as nuvens, as nuvens apanhavam as estrelas... também podia ser ao contrário.
Todos os amigos (nuvens, estrelas, sol e amigas) conversariam e brincariam. Podíamos conversar sobre brincadeiras, sobre animais e muitas outras coisas.
Comíamos piza, queijo e outras coisas.
Assim, era um dia de alegria, brincadeira e conversa... também podia ir visitar-te!
Adeus, amigo.
Um beijinho da amiga
Erica

Carta a um Peixe às Riscas

Portalegre, 24 de fevereiro de 2015

Olá, querido amigo, Peixe às Riscas.
Gostaria que viesses visitar-me... já estou com saudades tuas!
Cá poderás brincar com outros peixes, como o Pintas, o teu melhor amigo.
Poderemos brincar às escondidas, às corridas e à macaca... nadar com os tubarões... podes comer algas ou outros tipos de ervas de que gostes. Também iremos caçar gatos e saltar nas árvores...
Podemos fazer outras coisas divertidas, como por exemplo: comer gelados, voar até Marte, dormir nas nuvens, irmos à praia...
Se gostares de circo ou de cinema, poderemos ir comer pipocas, ver filmes engraçados, fazer acrobacias e outras coisas que tu gostes de fazer nesses sítios.
Também gostaria de ver se estás mais gordo, se já cresceste, se estás mais bonito... e poder pegar-te ao colo...
Vamos tomar banhos de água quentinha com bolhas, tipo uma piscina com água quente.
Tens aqui os teus amigos à tua espera, muito ansiosos por te ver.

Beijinhos do teu dono
Diogo

Carta a um cão branco

Portalegre, 24 de fevereiro de 2015

Querido Cão Branco
Olá. Como estás?
Eu acho que terias de vir a esta terra maravilhosa, chamada Carreiras. Cá não há muitos gatos, mas há muitas vacas e bois para tu brincares às touradas, todos os dias. Por vezes, irás poder brincar com os meus amigos e comigo, mas haverá outras vezes em que não poderei brincar contigo, porque estou na escola... a não ser que queiras ir comigo para a escola!
Quando eu chegar, vamos passear e brincar com os outros cães, ou brincar com os teus pais, de quem tu tanto gostas!
Quando voltarmos de brincar com os teus amigos, vou-te dar um belo peixe assado... porque sei que gostas muito! Quando acabares de comer, terás de te ir embora, porque se acabou o nosso dia.

Beijos do teu amigo
Tiago

Carta ao Sol

Portalegre, 24 de fevereiro de 2015
Meu querido amigo Sol,
Eu gostava que viesse à terra para nos bronzear e nadar ou comer um gelado connosco.
Eu estava a pensar se podia pedir à Dª Lua que tape o sr. Sol, para eu poder dormir.
Também gostava que o sr. Sol tapasse a Dª Lua quando nasce.
Olhe, Sol, porque é que você não se casa com a Dª Lua ou, se calhar, já estão casados!... porque os seus filhos devem ser as estrelas!
Mas quando é que foi o seu casamento? Ou quando irá ser? Poderia convidar-me, e aos meus colegas também, para o casamento.
Podia pedir à Dª Lua para atirar o ramo para o planeta Marte e ele casava-se com o planeta Júpiter...
Já estou a imaginar os filhos...
Quando nascerem os seus filhos, peça ao sr. Júpiter para me os deixar ver.
Se nascesse uma menina podia chamar-se Júpitarina e se fosse menino Martino.
Mas temos de arranjar um lugar no espaço para a realização do casamento...
Senhor Sol, você e a sua mulher terão de ser forretas, porque terão muitos filhos...

Do teu grande amigo
João

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

A minha aventura com o Hiawatha

Certa manhã, eu e o Hiawatha fomos passear de canoa, pelo rio... Fomos para a floresta caçar.
Quando lá chegámos e saímos da canoa, o Hiawatha caiu para dentro do rio. Eu fui logo ajudá-lo a levantar-se.
De seguida vimos tantos animais, que ficamos atrapalhados.
O Hiawatha começou a  ouvir uns saltos e fomos ver o que era... pensamos que fosse um coelho, mas afinal era um gafanhoto.
Continuámos a caminhar pela floresta e ouvimos um rugido vindo de uma gruta. Muito curiosos fomos ver o que era. Era um urso bebé!
Tentamos apanhá-lo, mas entretanto a sua mãe acordou e correu atrás de nós.
Os nossos amigos animais ajudaram-nos... os castores roeram troncos de árvores para atrapalharmos  a ursa, um veado bebé agarrou em dois troncos para nós saltarmos lá para cima, os coelhos saltaram para cima de um arbusto e esperaram que nós passássemos, para depois despistarem a ursa... Finalmente saltámos para cima da nossa canoa, e sem nada para o jantar voltámos para a aldeia.
Como não caçámos nada, fomos à pesca... e assim o nosso jantar foi peixe!

5ª historieta... ou talvez, 5ª proposta...

Carta com destinatários extraordinários (improváveis)
 
Vamos imaginar que podíamos escrever uma carta para um destinatário bem original...
Por exemplo: Sol, D. Afonso Henriques, Mundo, nave espacial, ...
Depois de escolheres um destinatário deves escrever-lhe uma carta bem divertida.


Deixo aqui em exemplo:
Portalegre, 23 de fevereiro de 2015

             Querido Gato Bigodes
             Olá. Como estás? 
             Eu estou bem aqui, nesta cidade alentejana, e acho que tu devias vir até cá…
            Aqui há belos ribeiros e barragens, onde tu podias tomar banho, de que gostas tanto!… Aqui também há muitos cães com que tu podes brincar – tu foges e eles vão atrás de ti…
Quando quiseres comer um pássaro podes tentar caçar as águias que há por aqui… se lhes pedires com educação, pode ser que elas voem para pertinho de ti...
 
Eu tenho a certeza de que tu irias gostar de vir aqui…

                                                              Da tua querida dona,
                                                                           Lina

O índio e a menina

Era uma vez um índio e uma menina. Essa menina chamava-se Erica.
Eles os dois iam caçar e pescar, mas o índiozinho não sabia pescar, nem caçar.
O índio viu um coelho e decidiu caçá-lo.
- Não o caces, coitadinho do coelho!! - disse a Erica.
- Então vou pescar... Mas eu não sei pescar...
- Eu ensino-te!
A menina tinha-se esquecido que também não sabia pescar... quando se lembrou, disse ao índio e decidiram ir caçar... mas os animais eram "fofos" e não conseguiram...
Decidiram ir tentar pescar, mas só conseguiram apanhar um peixe.
Por fim, decidiram ir-se embora... e os animais belos e fofos ajudaram-nos a voltar para casa.

A minha aventura com o Hiawatha

Certo dia, decidi ir ter com o meu amigo índio, que se chama Hiawatha.
Pegamos numa canoa, que ele lá tinha, e descemos o rio, passando por um desfiladeiro... não demorou muito até chegarmos à floresta.
Quando estávamos na floresta, o meu amigo Hiawatha deu-me um arco e uma flecha. Ele ficou com outro para podermos caçar animais.
Por trás dos arbustos, baixos para não sermos vistos, ficamos a observar os animais que por lá havia: coelho, gamos, esquilos e doninhas.
Até que o meu amigo Hiawatha viu o animal perfeito: um belo gamo.
Fomos atrás dele, mas quando o cercámos, vimos que ele parecia indefeso e permitimos que ele partisse.
E assim foi o meu dia de caça com o meu amigo Hiawatha.
 

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

A nossa 1ª BD

Hoje construímos a nossa primeira BD... foi muito divertido!
Aqui fica o resultado de uma experiência bem divertida no domínio da escrita e ilustração ...
video
 

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Destrava Línguas / Trava-Línguas

Principalmente para os meninos e meninas do 1º ano, deixo aqui um desafio... Vamos recolher trava línguas / destrava línguas...
Vai ser engraçado partilhar esse trabalho aqui...
Publico já um...
 

Histórias da Ajudaris

A professora Sandra lançou o desafio...
Vamos aceitar o desafio ??....
O Projeto “Histórias da Ajudaris” é uma iniciativa de incentivo à leitura, à escrita e de ajuda aos que mais precisam.
O livro é uma casa encantada que junta contos escritos por 7000 crianças autoras orientadas por professores generosos em contexto de sala de aula. Os contos são pincelados por artistas iluminados.
Os fundos conseguidos com a venda dos exemplares revertem em prol dos projetos sociais em desenvolvimento.

Este é um projeto para realizarmos, por turma, de forma a ajudarmos os outros e aprendermos a ser solidários.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

4ª historieta - O Pequeno Hiawatha





Esta é a história do Pequeno Hiawatha...
Depois de a veres com atenção, imagina que podias viver uma aventura com este pequeno caçador...
Escreve um texto cheio de ação, aventuras divertidas, personagens amigas umas das outras... um texto criativo que nos transporte para o mundo da fantasia...

Links para descobrires mais sobre os índios:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Povos_ind%C3%ADgenas_do_Brasil
http://www.suapesquisa.com/religiaosociais/vida_indios.htm
http://maisquecuriosidade.blogspot.pt/2011/04/indios-informacoes-e-curiosidades-sobre.html


A vida na floresta

Em tempos que já lá vão, uma velhinha, que vivia num país distante, tinha um neto que não a ia visitar porque não sabia onde é que ela morava.
Certo dia, estava ela a fazer um docinho, quando ouviu baterem-lhe à porta. Ela respondeu lá do fundo:
- Entre!
Um pequeno duende abriu a porta e disse:
- Olá, velhinha. Você não acha que está muito sozinha neste país distante?
Sem esperar pela resposta, o duende fechou a porta e saiu. A velhinha ficou a pensar no que o duende lhe disse...
- Que tolice! Eu estou bem aqui!
Certo dia, estava ela sentada, quando começou uma grande trovoada...
- Que horror! Devia ter dado mais atenção ao que me disse o duende...
Novamente, bateram-lhe à porta... ela foi abri-la e entrou outra vez o duende, dizendo-lhe:
- Anda, anda... está um dia horrível! Vamos para um sítio que eu conheço.
Ao fim de um bocado chegaram ao tal sítio... uma floresta.
- Gostas? - perguntou o duende.
- Este sítio não parece muito bonito...
Nesse momento, um sapo deu-lhe um beijo e a velhinha passou a olhar para aquela floresta de maneira diferente: parecia-lhe uma floresta encantada!
- Afinal este sítio agrada-me!
Foi então que apareceu o seu neto... depois de se abraçarem, ela deu-lhe um docinho que levava no bolso, feito por ela...
- Agora ainda me parece uma floresta mais bonita... - disse a velha.
Perlimpimpim, esta história chegou ao fim.



Os animais falantes

No tempo em que os animais falavam, havia um macaco, chamado Malandro, que vivia numa ilha. Ele era o único habitante da ilha que não falava.
Ele pensava sempre: eu vou conseguir falar... eu vou conseguir falar.., isto enquanto comia suculentas maçãs (ele não gostava de bananas).
Até que teve uma ideia: ir à Floresta Rebuçado. Só que não podia ir até lá, porque havia lá um porco muito mau...
Mas ele queria tanto ir, que venceu o medo e foi...
Pelo caminho pensava: será que vou encontrar alguma coisa que me faça falar?
Pelo caminho, já na entrada da Floresta Rebuçado, ouviu um barulho...
- Quem está aí? Eu sou o Porco Pompo. E tu?
Mas o macaco nada dizia...
- Só há um animal que não fala... Já sei! És o Macaco Malandro!
 O macaco abanou a cabeça, respondendo afirmativamente.
- Vou-te ajudar a conseguires falar. Só tens de ir ter com o urso Urur. Ele ajuda-te! Ele vive na Caverna Escura.
E o macaco lá seguiu, todo contente, ao encontro do urso...
- Quem entrou na minha caverna??? És o Macaco Malandro? Queres a minha ajuda?
O macaca só abanava a cabeça a dizer que "sim"...
- Não há maças mágicas, nem pó de fada... então não sei como te ajudar... Espera... Tenho rebuçados mágicos! Se queres tanto falar, só tens de ir até à árvore dos rebuçados.
O macaco saiu da caverna a correr, até à árvore dos rebuçados. Assim que lá chegou, comeu todos os rebuçados que conseguiu... e, magia, gritou:
- Obrigado! Obrigado!...
Gritou tão alto, que até o urso e o porco o ouviram... e, afinal, pensou: o porco foi muito bondoso!
Colori, colorado, esta história está acabada.

Na floresta encantada



Era uma vez um índio, que se chamava Gaspar. Ele vivia numa ilha muito bonita.
O Gaspar foi dar um passeio e encontrou uma boneca, que estava ao pé da Floresta Encantada. Ele adorava a boneca, porque era o único brinquedo que ele tinha.
Foi a correr até à sua tribo e mostrou-a dizendo:
- Mãe, mãe... olha para aqui!
- O que foi filho?
- Olha aqui...
- O que é isso?
- É uma boneca!
O pai do Gaspar ouviu a conversa e foi ver o que se passava...
- Falem mais baixo!
O Gaspar foi-lhe mostrar o que encontrara na Floresta Encantada...
- É muito bonita, Gaspar.
Quando a tribo ouviu falar da boneca do Gaspar foram todos ver como ela era... de dia ou de noite, havia sempre alguém a pedir para ver a boneca.
Um dia, uma menina a chorar, enquanto via a boneca, disse:
- Quero a boneca!
Mas o Gaspar não deu a sua boneca...
Certo dia, apareceu o Mago Magoini e uma bruxa... e disseram ao Gaspar:
- Podes devolver-nos a boneca? Ela é nossa...
- Sim...
Com uma lágrima a cair-lhe dos olhos, o Gaspar, devolveu a boneca... e o Mago, como recompensa, fez um feitiço: duplicou a boneca!
Todos ficaram muito contentes!
E colori, colorado, este conto está acabado!

O leão medroso

Era uma vez um leão que tinha medo de tudo. O seu nome era Leão Medroso.
Um dia, o leão medroso disse:
- Eu quero ir para aquele sítio que está no cimo da montanha...
E assim aconteceu... Passado alguns meses, naquele circo, o leão ficou doente. Andou dias e dias sem parar, para encontrar uma planta muito especial: a planta da cura.
Certo dia encontrou um urso que lhe perguntou para onde ia. O Leão Medroso, a tremer, disse-lhe que ia procurar a planta da cura, para se poder curar. O urso decidiu ir com ele...
Entraram noutro país, olharam para uma montanha e viram um circo... lá dentro estava um palhaço que lhes disse:
- Sentem-se. Eu vou-vos buscar um copo de água, devem estar muito cansados.
O Leão Medroso perguntou:
- Queres vir connosco procurar a planta da cura, para eu ficar melhor?
O palhaço disse-lhe que sim, porque gostava de ajudar... principalmente os novos amigos, para os poder ficar a conhecer melhor.
Os três seguiram viagem... e viram uma coisa brilhante. Foram lá ver o que era... assim que o Leão Medroso viu o que era, soube que era a planta da cura. Ele comeu-a logo!
Passados 5 minutos, já não tinha medo de nada, nem mesmo de um dragão.
Quando chegaram ao circo onde o Leão Medroso pertencia, ele perguntou aos dois amigos que o tinham acompanhado nesta viagem:
- Já se vão embora?
- Já estás entregue... - responderam eles.
- Mas vocês podem cá ficar e seremos grandes amigos.
Eles concordaram ficar no circo do Leão Medroso.
Perlimpimpim, esta história chegou ao fim!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

3ª historieta

Na apresentação que se segue encontrarás vários cartões que te ajudarão a organizar/criar uma história. Para tal basta carregares no lápis que se segue...
 
 http://www.slideshare.net/CelinaSousa2/cartes-para-construir-histrias-escrita-criativa
 
No entanto, antes de iniciares o processo de produção de texto, deverás copiar numa folha os seguintes itens, para que possas anotar os cartões que irás escolher.
Planificação da história:
  1 - Início da história
     2 - Personagem principal
        3 - Local onde a história acontece
           4 - Enredo - o que aconteceu
              5 - Novo local de desenvolvimento da história
                 6 - Personagem secundária I
                     7 - Personagem secundária II
                         8 - Final da história.