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segunda-feira, 9 de março de 2015

O buraco da estrada

             Nesta fotografia vejo uma imagem real… uma imagem que parece verdadeira, mas não é…
Representa uma estrada normal, só que tem um buraco no meio, cheio de água. Junto, está um homem a brincar com um pequeno barco à vela…
O barco está a ser “puxado” por um remoinho de água e o homem tenta apanhá-lo para o barco não se afundar.
As pessoas que passam pela rua nem reparam no buraco da estrada… nem no homem que está a brincar.
Esta foi uma pequena descrição de um “quadro imaginário”…
 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Carta a D. Afonso Henriques

Portalegre, 24 de fevereiro de 2015

Amigo D. Afonso Henriques.
Olá, amigo, como estás?
Eu estou bem, mas se tu cá estivesses estaria melhor, porque combatias todos os bandidos que há em Portugal, como fizeste no passado, para conquistares Portugal.
Espero por ti, porque tu vais continuar a gostar de estar em Portugal... até porque quando chegares, continuarás a ser o rei de Portugal!
Graças a ti, todas as pessoas que estão em Portugal agradecem-te muito pelo que fizeste pelo nosso país.
Eu vou servir-te da melhor maneira, para tu cá ficares a governar.
Não vou deixar que ninguém desleixe a tua figura como rei.
Estarei à tua espera, para vires salvar Portugal e brincarmos juntos.

Um grande beijo do teu amigo
Miguel

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

A minha aventura com o Hiawatha

Certo dia, decidi ir ter com o meu amigo índio, que se chama Hiawatha.
Pegamos numa canoa, que ele lá tinha, e descemos o rio, passando por um desfiladeiro... não demorou muito até chegarmos à floresta.
Quando estávamos na floresta, o meu amigo Hiawatha deu-me um arco e uma flecha. Ele ficou com outro para podermos caçar animais.
Por trás dos arbustos, baixos para não sermos vistos, ficamos a observar os animais que por lá havia: coelho, gamos, esquilos e doninhas.
Até que o meu amigo Hiawatha viu o animal perfeito: um belo gamo.
Fomos atrás dele, mas quando o cercámos, vimos que ele parecia indefeso e permitimos que ele partisse.
E assim foi o meu dia de caça com o meu amigo Hiawatha.
 

sábado, 14 de fevereiro de 2015

A vida na floresta

Em tempos que já lá vão, uma velhinha, que vivia num país distante, tinha um neto que não a ia visitar porque não sabia onde é que ela morava.
Certo dia, estava ela a fazer um docinho, quando ouviu baterem-lhe à porta. Ela respondeu lá do fundo:
- Entre!
Um pequeno duende abriu a porta e disse:
- Olá, velhinha. Você não acha que está muito sozinha neste país distante?
Sem esperar pela resposta, o duende fechou a porta e saiu. A velhinha ficou a pensar no que o duende lhe disse...
- Que tolice! Eu estou bem aqui!
Certo dia, estava ela sentada, quando começou uma grande trovoada...
- Que horror! Devia ter dado mais atenção ao que me disse o duende...
Novamente, bateram-lhe à porta... ela foi abri-la e entrou outra vez o duende, dizendo-lhe:
- Anda, anda... está um dia horrível! Vamos para um sítio que eu conheço.
Ao fim de um bocado chegaram ao tal sítio... uma floresta.
- Gostas? - perguntou o duende.
- Este sítio não parece muito bonito...
Nesse momento, um sapo deu-lhe um beijo e a velhinha passou a olhar para aquela floresta de maneira diferente: parecia-lhe uma floresta encantada!
- Afinal este sítio agrada-me!
Foi então que apareceu o seu neto... depois de se abraçarem, ela deu-lhe um docinho que levava no bolso, feito por ela...
- Agora ainda me parece uma floresta mais bonita... - disse a velha.
Perlimpimpim, esta história chegou ao fim.



quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

A mãe estava chateada com a cor do pobre gatinho.
Muito apressada, tentou arranjar uma maneira para o gatinho voltar à sua cor normal. Foi ter com um cientista, que também era um gato.
Chegou à casa do cientista, bateu à porta: truz... truz...
O cientista abriu a porta e disse:
- O que a traz por cá?
- O meu filho está todo preto... ele era para ter uma cor clara no pelo todo.
O cientista foi fazer uma poção. Ao fim de um bocado a poção estava feita...
A mãe do gatinho chegou a casa e deitou-lhe  a poção para a boca.
O gatinho começou a sentir-se de outra forma e o pelo dele ficou claro.
O gatinho cada vez que tinha algum problema já sabia onde recorrer...