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segunda-feira, 9 de março de 2015

A imagem

A imagem mostra uma cidade bastante movimentada. Vemos muitas pessoas a andar, atarefadas, mas também vemos uma rapariga sentada num banco, onde está um grande caracol a subir, perto dela.
O que é que o pintor quer dizer com isto?
Será que quer dizer que as pessoas estão cansadas, que têm de acalmar, abrandar o ritmo, andar mais devagar como o caracol… ou será que quer dizer que a rapariga que está sentada se vai atrasar em relação a outras pessoas, vai ficar para trás como o caracol…?
 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Carta ao Sol

Portalegre, 24 de fevereiro de 2015

Querido amigo Sol.
Olá, amigo Sol, como estás?
Eu gostava que me viesses visitar. Podíamos brincar às escondidas... tu escondias-te atrás das nuvens... também podíamos brincar ao toca e congela...
Podíamos convidar a tua amiga Lua para vir brincar connosco. De noite dormíamos... e convidávamos também as estrelas e as nuvens... trocávamos as estrelas para o dia e as nuvens para a noite. Ia ser muito divertido!
Há muitas brincadeiras que podíamos fazer. Por exemplo: à apanhada - tu apanhavas as nuvens, as nuvens apanhavam as estrelas... também podia ser ao contrário.
Todos os amigos (nuvens, estrelas, sol e amigas) conversariam e brincariam. Podíamos conversar sobre brincadeiras, sobre animais e muitas outras coisas.
Comíamos piza, queijo e outras coisas.
Assim, era um dia de alegria, brincadeira e conversa... também podia ir visitar-te!
Adeus, amigo.
Um beijinho da amiga
Erica

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

O índio e a menina

Era uma vez um índio e uma menina. Essa menina chamava-se Erica.
Eles os dois iam caçar e pescar, mas o índiozinho não sabia pescar, nem caçar.
O índio viu um coelho e decidiu caçá-lo.
- Não o caces, coitadinho do coelho!! - disse a Erica.
- Então vou pescar... Mas eu não sei pescar...
- Eu ensino-te!
A menina tinha-se esquecido que também não sabia pescar... quando se lembrou, disse ao índio e decidiram ir caçar... mas os animais eram "fofos" e não conseguiram...
Decidiram ir tentar pescar, mas só conseguiram apanhar um peixe.
Por fim, decidiram ir-se embora... e os animais belos e fofos ajudaram-nos a voltar para casa.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Os animais falantes

No tempo em que os animais falavam, havia um macaco, chamado Malandro, que vivia numa ilha. Ele era o único habitante da ilha que não falava.
Ele pensava sempre: eu vou conseguir falar... eu vou conseguir falar.., isto enquanto comia suculentas maçãs (ele não gostava de bananas).
Até que teve uma ideia: ir à Floresta Rebuçado. Só que não podia ir até lá, porque havia lá um porco muito mau...
Mas ele queria tanto ir, que venceu o medo e foi...
Pelo caminho pensava: será que vou encontrar alguma coisa que me faça falar?
Pelo caminho, já na entrada da Floresta Rebuçado, ouviu um barulho...
- Quem está aí? Eu sou o Porco Pompo. E tu?
Mas o macaco nada dizia...
- Só há um animal que não fala... Já sei! És o Macaco Malandro!
 O macaco abanou a cabeça, respondendo afirmativamente.
- Vou-te ajudar a conseguires falar. Só tens de ir ter com o urso Urur. Ele ajuda-te! Ele vive na Caverna Escura.
E o macaco lá seguiu, todo contente, ao encontro do urso...
- Quem entrou na minha caverna??? És o Macaco Malandro? Queres a minha ajuda?
O macaca só abanava a cabeça a dizer que "sim"...
- Não há maças mágicas, nem pó de fada... então não sei como te ajudar... Espera... Tenho rebuçados mágicos! Se queres tanto falar, só tens de ir até à árvore dos rebuçados.
O macaco saiu da caverna a correr, até à árvore dos rebuçados. Assim que lá chegou, comeu todos os rebuçados que conseguiu... e, magia, gritou:
- Obrigado! Obrigado!...
Gritou tão alto, que até o urso e o porco o ouviram... e, afinal, pensou: o porco foi muito bondoso!
Colori, colorado, esta história está acabada.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Estava eu a brincar no jardim quando me raptaram...
- Mas o que queres de mim?
- A tua dona deu-te comida... e o meu cão comeu a tua comida de gato. Ele ficou doente e morreu. Agora é a tua vez.
- Eu comecei a ficar preto... depois fiquei castanho... e outra vez preto! Mas quando o vi com comida de cão na mão fugi logo para junto da minha dona. A minha dona viu que eu estava preto e levou-me ao veterinário. O médico disse à minha dona que eu tinha ficado preto por causa do susto, que não era nada demais, mas que ia ficar preto para sempre.
Quando a dona Sandra descobriu o que se tinha passado, chamou a polícia e o ladrão foi preso.
E assim acabou a história: o ladrão preso... e eu preto como o susto.
- Ser claro é muito, muito giro, mas ser preto é ainda mais!